Sutiã ou Biquíni Meia Taça: Perfeito para dar aquele UP no visual!

Sutiã ou Biquíni Meia Taça: Perfeito para dar aquele UP no visual!

O modelo de Biquíni Meia Taça esteve em seu auge nos anos de 1950. Era o queridinho das mulheres na época por oferecer formato e sustentação aos seios de forma incomparável. Mas, como a moda vive uma renovação constante, ele acabou caindo em desuso e dando a vez para outros modelos.

Como tudo que é bom volta, o Top Meia Taça foi reinventado e hoje está novamente no topo dos modelos queridinhos.

Com bojo ou sem, o Top Meia Taça é um biquíni que une conforto, beleza, segurança e deixa uma marquinha linda. Ou seja, pode usar na praia para pegar aquele sol e praticar atividades esportivas sem medo. Tudo o que se pode querer de um biquíni.

Ou sutiã, não é mesmo? Afinal esse nosso amigo do peito (que ajuda na luta contra a gravidade), está presente em nosso dia a dia de tantas formas e modelos diferentes. Quase impossível não encontrar um para amar.

Mas, quando surgiu o primeiro sutiã? Essa peça sempre esteve presente no guarda-roupas feminino?

Bom, o primeiro sutiã patenteado, surgiu em 1914 e foi criado pela socialite Mary Phelps Jacob em Nova York. Ele tinha um formato mais triangular e era feito de lenços de seda. Porém, historicamente temos registros do uso do “sutiã” desde 2500 A.C., quando as mulheres usavam uma espécie de corpete para sustentar os seios na Ilha de Creta (Grécia). E a partir daí, podemos considerar que a ideia de sustentar os seios foi se desenvolvendo até chegar aos modelos que conhecemos hoje.

É claro que como tudo na moda, os modelos em alta variam de acordo com localidade, época e cultura do povo. Se na Grécia (1500 A. C.) o uso de “corpetes” era incentivado (não só para sustentar, mas também para evidenciar os seios), em Roma as mulheres usavam faixas para apertar bem e deixar suas formas o mais masculinas possível. Já que a cultura local valorizava mais o corpo masculino por conta das lutas (os corpetes gregos só eram usados em Roma para noites de orgia).

A era das trevas do espartilho!

Dando um salto para a Idade Média (900 D. C.), já temos os temidos espartilhos. Apertados e sufocantes, causaram a morte de várias mulheres devido a costelas quebradas e órgãos perfurados. Isso porque os primeiros (que foram usados por muitos e muitos anos) eram feitos com barbatanas de madeira. Dá para imaginar o que as mulheres sofriam pela “silhueta perfeita”.

 Com o passar dos anos os materiais para a fabricação dos espartilhos foram evoluindo, e os últimos passaram a ser confeccionados em tecido com as barbatanas (aste que sustenta a peça) em metais mais maleáveis. Ainda apertavam e dificultavam a respiração, mas já não machucavam como os primeiros (embora ainda fossem totalmente desconfortáveis).

Ufa! O sutiã chegou!

Em 1900 (sim, mil anos de espartilho) as mulheres puderam respirar aliviadas, pois as inglesas aboliram o uso do espartilho. Elas começaram a usar o que podemos chamar de os primeiros “sutiãs”. As americanas (em 1907) ajudaram na divulgação do novo acessório com uma publicação sobre ele na revista Vogue, na época foi chamado de brassière (um termo frances que pode ser interpretado como camisa pequena).

Foi só em 1914, que a americana Mary Phelps Jacob patenteou o sutiã que ela criou a partir de lenços de seda.

Novidade em materiais e sutiã supersônico

Apesar de já estar difundido no mundo da moda, o sutiã se tornou ainda mais popular em 1937. Com a criação do nailón pela empresa Dupont (EUA). O novo material conferia mais elasticidade, conforto e durabilidade à peça, além de permitir uma baixa nos preços.

E então finalmente, em 1945 temos o primeiro sutiã meia taça do mundo. Na época foi chamado de sutiã supersônico como uma brincadeira, afinal ele foi criado por um engenheiro de aviação chamado Howard Hughes. Ele conta que criou o modelo especialmente para a atriz Jane Russel, afirmando que os modelos da época não “faziam jus ao busto da beldade”.

O fato é que o sutiã supersônico de Howard Hughes serviu de base e inspiração para modelos mais ousáveis.

O sutiã e as mulheres

Em 1968 temos o famoso episódio da queima de sutiãs. Várias mulheres teriam queimado sutiãs e outros itens para a “beleza feminina” em protesto ao concurso de Miss América. E isso ficou como um marco do feminismo e do questionamento dos padrões.

Lá para os anos 70/80, as mulheres já estão mais ousadas e se importando menos com os padrões de beleza impostos. É onde vemos uma moda ousada e não podemos descrever de outra forma. Era ousada nas cores, nos formatos e na atitude.

E o sutiã acompanhou, é claro. Foi quando tivemos um modelo em tule, que ficava transparente e deixava os mamilos a mostra. Sem aro e sem estrutura, era só tule e elástico (foi criado no auge do movimento hippie).

Outro modelo ousado dessa mesma época, foi o Nipple Bra. Era um sutiã com bojo e a própria espuma do bojo formava um mamilo. E temos também o surgimento dos sutiãs esportivos, que hoje são os tops.

Pula para hoje!

Não é segredo que hoje temos uma variedade incrível de modelos, formatos e tamanhos de sutiã. Temos até alguns modelos autoadesivos, mas se formos analisar para uma questão de sustentação e forma, o Meia Taça ganha de longe.

O aro ajuda a limitar a área, aguentar o peso e dar formato mais arredondado. Logo, quando combinamos o tecido no corte correto com esse aro e as alças, temos uma peça perfeita para aquelas que buscam por algo nesse quesito. E é exatamente por isso que adaptar o Meia Taça para um modelo de biquíni é perfeito.

O Biquíni Cropped Meia Taça é um biquíni com aro, que pode ser encontrado com ou sem bojo e é o modelo ideal para quem tem seios fartos. Ou seja, se é o seu caso, aposte sem medo em um Biquíni Meia Taça Plus Size. 😉

Veja aqui:

Top Meia Taça

Fonte externa

Veja em vídeo a evolução do sutiã

Venha nos fazer uma visita:

  • Galeria Fórum de Ipanema – Visconde Pirajá 351, loja 103 (em parceria com a Joplins e a Soul Rio Jóias)
  • Botafogo Praia Shopping – 3° piso ao lado, Loja 304 (ao lado da Reserva)

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